Letras Proibidas
Escritos Variados Sobre Qualquer Coisa
Quinta-feira, Setembro 27, 2007
Hoje é dia de doces...
Se fosse Haloween eu diria:
- Doces ou travessuras?
Mas hoje é dia 27 e eu digo:
- Quero girassóis!!!!...e quem sabe umas travessuras depois...
Dito
por Ana, ?s 12:08 AM
partilharam as letras
Sábado, Setembro 08, 2007
Recomeço pelo fim...
***********************************************************
Acaba?
Eu acho que ruim mesmo não é o fim das coisas.
O fim chega quando não há mais nada o que esperar, chega quando acabam-se todas as outras alternativas e não resta mais nada senão encarar os fatos.
O fim chega como alívio.
É o alívio de pegar o diploma; o alívio de enterrar quem a morte condenava em silêncio quando a medicina já não pode fazer mais nada; o alívio de mandar o chefe ir se foder e colocar novamente o currículo no mercado; o alívio de pagar a última prestação das dívidas; o alívio de colocar o ponto final naquele conto que ficou inacabado na gaveta por séculos aguardando um dia de mais inspiração.
O fim pode, mas não necessariamente precisa ser ruim.
Ruim mesmo é aquele período que o precede.
Ruim é a dúvida, a dívida, a inconstância, a amargura de ter suportar nas costas o peso do compromisso do qual não se pode fugir - ou pior - da difícil decisão entre render-se logo ao fim ou continuar lutando por dias melhores.
Ruim é esperar que isso mude de nome até virar indiferença.
Porque depois da indiferença, tudo é paz.
É anestesia.
Mas e até lá?
*********************************************
( quem escreveu?...não sei...mas no momento me parece perfeito... )
Dito
por Ana, ?s 8:34 PM
partilharam as letras
Domingo, Setembro 02, 2007
...é disso que sinto saudade...e disso que sinto falta...
**************************
Ana
Amo a sua paixão pelo trabalho, a maneira como conduz e guia os que estão ao seu redor, o prazer que sente.
Amo a sua paixão pelos livros, pelas palavras.
Amo a sua paixão pelas coisas simples, o seu jeito de menina travessa, o seu riso, a brincadeira.
Amo a vida que tranborda nos seus sons, as cores que emanam deles.
Amo a vida que pulsa, que embriaga, que deixa trôpego, com cara de criança que provou o doce mais gostoso.
Amo a sua sintonia, o seu prazer, a sua generosidade.
Recito: amo você.
Ao pé do seu ouvido...
De pé, eu me ajoelho...
Aos seus pés imploro: perdão, perdão, perdão.
E tento seduzir você de novo...
"Que verso poderia ganhar seu amor?
Que verso me traria você de onde for....?
... Verso para te trazer para os meus braços
Um verso sequestrador"
O que eu amo em você é a vida.
Obrigado por você existir, só isso.
Morcego.
Dito
por Ana, ?s 10:38 PM
partilharam as letras